05 junho 2015

"Como explicar um casal gay para uma criança?"


A partir de perguntas que recebo e comentários que vi na internet nos últimos dias, hoje decidi falar o que penso sobre essa necessidade de explicar relacionamentos, especificamente gays, para crianças. Desejo responder pais que perguntam a todo instante "como explicar um casal gay para uma criança"?
Vocês não precisam se preocupar em como explicar pro seu filho a relação de amor entre um casal gay. Porque ela funciona, de maneira geral, como todas as relações amorosas. Se você é heterossexual e quer que seu filho se torne um bom adulto, que construa bons relacionamentos, se preocupe em mostrar o que é um bom relacionamento na sua casa. Com sua esposa, seu marido, seus pais, idosos, animais.
Fico feliz em saber que existem famílias preocupadas em mostrar como os laços sociais são importantes e devem ser "explicados" (que tal trocar por compreendidos?). De fato o período da infância é muito importante para as características que seu filho assumirá na vida adulta. Porque muito aprendemos nessa fase, principalmente observando os adultos em casa.
E quero que se preocupem mesmo, em ressaltar como o respeito é importante, como o desejo do outro deve ser levado em consideração, o amor próprio, o amor pelo outro, compreensão...
Agora me pergunto por que seria diferente, em relação ao sentimento, por que explicar algo específico sobre um casal de homens ou de mulheres ou um casal com mais de duas pessoas? São todos humanos, vivem todos em relação social. Todos passam pelos pontos que citei anteriormente e muito mais. No que diz respeito ao sentimento, não existe diferença.


A preocupação de vocês é sexual? Sobre como um corpo adulto atinge algum tipo de prazer corporal? Bem, convenhamos que os jovens sempre demonstram algum interesse pelo assunto e qualquer pai, mãe ou responsável atento e ouvinte pode perceber essa demanda. Eu sugiro que quando o assunto "relação sexual" seja algo potencialmente presente na vida do seu filho converse sim. Mas quando perguntam o que falar sobre um casal gay para uma criança de 5 anos, eu não sei o que pensar porque nunca conheci uma criança de 5 anos com interesse sexual.


Há muitas coisas importantes que devem ser conversadas. Principalmente porque adolescentes são basicamente idiotas. Eu fui uma e você também. E nisso que você pode chamar de "a conversa" ou "educação sexual" ou qualquer coisa, o ponto central eu sugiro que seja a prevenção de doenças, o respeito por si e pelo outro, prevenção de gravidez indesejada; todos os riscos que uma vida sexual ativa oferece devem ser esclarecidos. E a escola também tem presença nisso, pode apostar, inclusive você pode se aproximar dos professores do seu filho. Vai ser uma troca espetacular.
Agora, maiores detalhes, como por exemplo, a forma de se atingir prazer corporal eu acho um pouco estranho ensinar sobre. E parece até um tanto inútil porque se seu filho crescer e quiser dividir o prazer corporal dele com outro homem, não será porque você ensinou. Não existe aquela regra de que meninos abusados se tornam gays porque foram traumatizados. Não existe regra para subjetividade humana. Que isso fique esclarecido. E muito menos seu filho deixará de desejar outro homem porque você ensinou. É que não é algo propriamente racional como aprender matemática. A relação sexual que construímos é muito subjetiva, está ligada à (penso eu) questões orgânicas (as quais já vi que o campo da neurociências tem algumas discussões bacanas) e psicológicas. Não é algo que ensinamos ou aprendemos como aritmética. Não há formulas e resultados.
Como controlar algo que não há formulas e resultados? Humm, então não há controle.
E em último lugar sobre os prazeres corporais eu acho muito interessante uma promoção do autoconhecimento. Conheça seu corpo, acompanhado ou não. Você pode descobrir coisas muito interessantes. E peço à Deus para que seus pais não tenham nenhuma intervenção nisso porque seria no mínimo estranho.
Claro que pais se importam e são também atingidos quando a segurança ou bem estar de seus filhos corre perigo. Por isso acho essencial que se preocupem com a saúde de um jovem que potencialmente iniciará sua vida sexual. Todo bom pai, mãe e responsável sofrerá ao ver o filho com alguma doença ou em uma situação social que ele está sofrendo ao passar (como uma gravidez na adolescência pode trazer). Mas o seu prazer diz unicamente sobre o seu prazer e somente você deve escolher as pessoas envolvidas. E por favor não escolha seus pais. Nem familiares próximos. É estranho, também perigoso.
E terminando este longo texto, finalizo com o sentimento numa relação gay. Porque quando me perguntam "o que eu falo pro meu filho de cinco anos?" eu imagino uma criança num desenvolvimento normal e que não está inserida numa vida sexual, não possui sequer hormônios (pelo menos numa quantidade satisfatória) para prazer corporal. Então suponho que esse pai preocupado esteja falando de relacionamentos: amor, respeito, compreensão. E isso é muito simples: mostre em casa. O amor e respeito pela sua esposa é o mesmo que um marido gay tem pelo seu marido. Dois seres humanos podem se amar, se desejar, se respeitar, etc. Ah, e se você está amando alguém, desejo que no dia dos namorados vocês tenham uma linda comemoração e possam sair, passear, fazerem qualquer coisa de um casal mudano feliz! 


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28 comentários:

  1. é o que penso a respeito. As pessoas tem mania de rotular tudo, de apontar os gays como se fossem aberrações. Fico mto p da vida com esse tipo de gente, pra mim, eles é que são os verdadeiros doentes...
    tem que haver respeito, compreensão, e com relação a educação sexual na escola e conversando com os pais, é importante sim, a fim de se evitar algo ruim, prejudicial. Mas a descoberta é única para cada indivíduo...
    belo post.
    http://torporniilista.blogspot.com.br/

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  2. Olá!
    Uma vez, discuti sobre isso com meu marido e notei que temos pontos de vista bem diferentes e cheguei a conclusão que não ter filhos, é a melhor solução no meu caso.
    Eu tenho algumas convicções sobre referências sexuais, mas nada do que eu fizer mudará o que meu filho vai ser. Temos que pregar o amor e principalmente o respeito, isso está em falta ultimamente. Adorei seu post, nos faz refletir sobre o mundo atual.

    Beijos
    http://www.breakingfree.blog.br/

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  3. Olá
    se tem uma coisa que eu odeio discutir e religião e opção sexual, acho que é uma cosa aberta que
    cada individo tem seus direitos de escolha e não deveria se importar com as opiniões de ninguem, quanto ao fato de falar disso com uma criança é bem dificio, mas se você começar pelas pontas ele vai raciocinando as coisas
    Bjks
    Passa Lá No meu Blog - http://ospapa-livros.blogspot.com.br/

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  4. Olá; muito bom o seu post. Desejo que caminhemos cada vez mais para uma sociedade melhor e mais tolerante e respeitosa com a forma de amar dos outros, o caminho é longo, mas creio que chegaremos lá um dia, para isso, precisamos conversar sobre o assunto.

    petalasdeliberdade.blogspot.com

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  5. Acho engraçado fundamentalista religioso. É fácil explicar pro filho que a cobra e a jumenta falaram, que deus é amor, mas aí de você se fizer do seu "livre arbítrio" algo que o desagrade, etc etc, mas dizer: São duas pessoas que se amam. PONTO, é difícil demais. Adorei seu texto. Beijos.

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    1. Estúpida, a questão não é amar. Se fosse só isso, todo mundo seria homoafetivo, pois meninas amam suas mães, rapazes amam seus pais, irmãos, amigos... A questão é que o sexo só existe dois, para se complementarem, encaixarem, é uma lei muito além da religião, é uma lei natural. Ora! É tão ridículo precisar desenhar uma coisa dessas!

      Alexsander - o de nome Grande

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  6. Você quis dizer casais homoafetivos? Ou você ficou único e exclusivamente na relação de dois homens cis? Tipo, eu não acho que adolescentes são idiotas, trabalho com adolescentes e todo os dias aprendo muito com eles... Agora, concordo que as pessoas deveriam se tocar, conhecer o próprio corpo, isso é fundamental. No que concerne a escola, ainda tem que melhorar muito, os professores e professoras ainda têm muita dificuldades para trabalhar gênero, enfim, são muitas aspectos a serem construídos socialmente.

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  7. É tão fácil né, eles se amam, ponto. Sem mimi, sem nada disso!
    Amor é amor, chega de ódio gratuito!
    Adorei o post parabéns!
    beijos!

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  8. É uma questão complicada. Porque ele cresce vendo a maioria dos casais de sexo diferente, e quando vê do mesmo sexo, é claro que surge a curiosidade. E como responder isso? Acho que não tem o melhor jeito. Mas concordo que para uma criança de cinco anos ele não tem curiosidade quanto a sexo, óbvio, então o que dá para explicar é o amor, como você disse.
    beijos
    www.apenasumvicio.com

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  9. Olá, aforei o texto. Está claro que uma subjetividade enorme em uma relação amorosa, seja entre casais, entre familiares ou amigos, e como você disse, é algo que foge ao nosso controle. E concordo com relação a ensinar respeito ao próximo independente de qualquer coisa. Há coisas que não podem ser ensinadas, mas respeito é algo que deve vim de berço e cabe aos pais, saberem transmitir isso aos filhos, pois eles serão o reflexo do que lhe foi ensinado, seja nas palavras, nos exemplos e atitudes com o próximo! Parabéns. Bjs

    Território nº 6

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  10. Oi, tudo bem?
    Eu acredito que o que devemos ensinar ou explicar aos nossos filhos é que eles tenham respeito por todas as formas de amor, independente do fato de você concordar ou não.
    Acho que ter respeito é o mais importante e é algo que deve ser ensinado e não só respeito pelos homossexuais mas também pelas mais diferentes raças, culturas, credos e etc.

    Beijo :*
    http://www.livrosesonhos.com/

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  11. Adorei o seu texto.
    Não se deve conversar com um garotinho de 5 anos sobre o assunto, mas a partir do momento que a criança passa a entender do assunto acredito que se deve falar de todos os tipos de amor e relações sem importância de como sejam.
    Talvez seja mais fácil falar assim para mim porque não tenho filhos, mas é assim que penso seguir sobre os meus filhos futuramente.

    Lisossomos

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  12. Concordo com alguns pontos levantados no texto.
    Para complementar, só queria ressaltar que os adultos se preocupam de mais com coisa que são naturais no aprendizado das crianças.
    Acho que a preocupação sobre casais gays tem mais a ver com os preconceitos enraizados que há nos adultos.
    Que na verdade são os adultos que estão precisando de explicações sobre respeitos, amor, igualdade de direitos.
    Ah, e sobre os adolescentes: eles são ótimos, criativos, alegres. Desafiam a gente o tempo todos. Eu amo trabalhar com ele.

    Beijos!

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  13. Olá, gostei do seu texto e a forma de "explicar" para uma criança relacionamentos homossexuais é na verdade não diferencia-lo dos os porque a essência de todos os relacionamentos deve ser o amor que as pessoas tem pelo outro independente do gênero/sexo da pessoa =)

    Visite "Meu Mundo, Meu Estilo"

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  14. Oi ,Amanda! Tudo bem?

    Adorei seu texto! Excelente perspectiva!
    Acredito que todos os "pais"devem sim se preocupar se os seus filhos serão no futuro indivíduos de bom caráter e não se eles tem sentimentos homo afetivos.
    A forma como você abordou o tema ;e bastante interessante e espero que através dele, diversas pessoas preconceituosas ou com visão fechada, possam entender melhor o conceito do amor entre duas pessoas do mesmo sexo.

    Em suma, adorei seu texto! :)

    Visite-nos e caso queira, siga-nos:
    Irmãos Livreiros

    Beijos!

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  15. Achei ótima a distinção que fez entre a curiosidade sexual sobre um casal gay e o romance entre gays. São duas coisas completamente diferentes.Dizer a uma criança que um casal gay está junto porque se ama é a resposta certa... :) Eu gostei muito sobre como você abordou o assunto e teceu sua crítica. Parabéns.

    Beijos!
    http://www.myqueenside.blogspot.com

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  16. Primeiramente parabéns pela inciativa do post achei muito muito bacana isso ainda mais nos dias de hoje, esse é um assunto muito importante quem dera a maioria fizesse algo assim.

    http://mylittlegardenofideas.blogspot.com.br/

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  17. Adorei o post!
    Hoje em dia o preconceito reina nos locais públicos, na maioria os casais homoafetivos são tratados como estranhos, pessoas defeituosas, mas as pessoas não veem que são elas que tem um defeito: A incapacidade de amar o próximo. Acho que isso deveria ser trabalhado em todos os locais, para que isso não aconteça com ninguém. E em relação a contar as crianças, acho que tem um momento certo para isso, afinal, crianças não veem maldade no mundo...

    Abraços e até!!

    http://lendoferozmente.blogspot.com.br/

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  18. Oi Amanda!
    Adorei seu post. Com certeza é algo que todo mundo deve refletir hoje em dia. Como você bem disse: amor e respeito é uma coisa que deve começar em casa e acho que é nisso que os pais tem que ficar na educação de um filho.
    Parabéns pela iniciativa do post.
    Beijos
    Carol
    www.sobrevicioselivros.com

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  19. Oi,
    Gostei muito do post, acho tão importante iniciativas semelhantes, a grande maioria ou só rotular as pessoas e outras simplesmente vivem como se injustiças a sua volta não estão acontecendo.
    Parabéns :D
    Beijos
    Mari - Stories And Advice

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  20. Oii, tudo bem com você?
    Adoreiii o seu texto, parabéns. Acho importante os pais explicarem para seus filhos que é totalmente normal isso, que ele tem que aprender a respeitar as pessoas independente de sua orientação sexual, porque é assim que deveria ser, se os pais explicassem mais isso à seus filhos, não existiria tantas pessoas que odeiam os gays, não tiveram uma conversa com os pais quando criança e muitos crescem odiando, ou também, muitos pais os ensinam a odiar só porque não aprovam, acho isso ridículo.

    Beijos da Jéss ♥
    Brilliant Diamond | Fan Page

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  21. Muito bom o seu texto. Eu estou até saturada com o assunto, só vejo isso ultimamente no facebook, discussões de ódio, etc, que passo direto e nem dou mais a minha opinião. As crianças são inteligentes, e elas sabem das coisas, mesmo a gente achando que não.

    Outro dia eu estava na estação esperando meu ônibus e aí passou um casal, nitidamente deu para perceber que um era homem mesmo e a outra pessoa um travesti, mas um pouco feminino. Uma mulher que estava do meu lado, com seu marido e sua filha de uns 5 anos se não me engano, me cutucou e falou assim: - Isso aí é homem, e passa todo orgulhoso se achando, parecendo que está com uma mulher ao lado. Eu sorri pra ela, falei alguma coisa e fingir conversar com minha filha. Passado alguns minutos o travesti(nem sei se é assim que fala) voltou sozinho e ela me cutucou novamente, dizendo que isso é uma vergonha, que outro dia ela estava em um ponto esperando o MOVE e duas meninas e um rapaz estavam brincando, der repente as duas deram um beijão e aí a filhinha dela perguntou porque elas estariam se beijando, porque eram duas mulheres e não um casal mulher e homem. Aí ela me disse que respondeu pra ela que aquilo era nada não, quando viu que a menina não aceitava a resposta dela, ela me tasca que aquilo era abominável aos olhos de Deus e que era errado, o ceto seria um casal normal estar se beijando. Aí, eu para não falar uma merda, saí de perto e fingi ir pegar ônibus em outro ponto da estação. Fiquei tipo em off em como a própria mãe pregava para a filha uma espécie de incitação ao ódio ao diferente.

    Eu tenho dois filhos pequenos, uma menina e um menino, meu marido é bem duro com isso, é bem duro com meu filho quando a questão é ser coisa de menina ou de menino, mas eu sei que quando chegar o momento certo e as perguntas sobre o assunto eu saberei o que dizer e como dizer.

    Bom,falei demais, mas o post me fez lembrar dessa história, e eu tive que comentar. Eu su evangélica desde sempre, mas não julgo ninguém, acho que cada um cuida da sua vida como deve ser e que Deus ama a todos nós, sem acepção de pessoas. Quem faz essa acepção é o ser humano idiota por sinal, e não ele lá de cima.

    bjs

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  22. Oie, tudo bom?
    Adorei seu texto. Tenho um bebê de dois meses e esse tipo de pensamento passa pela minha cabeça porque ele vai crescer e teremos que conversar e educá-lo. Os gays tem um relacionamento de amor assim como qualquer casal heterossexual. É isso que precisa ser ensinado: o amor.
    Beijos,
    http://livrosyviagens.blogspot.com.br/

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  23. Olá, tudo bem?

    Eu ainda não tenho filhos e ainda não pensei em como explicar essas coisas a ele(s), sou de família católica e digamos que minha opinião é baseada nas escrituras sagradas, não alimento ódio nem nada do tipo pela comunidade LGBT, mas discordo em muita coisa deles. Cada um cuida da sua vida como bem entender, faz o que quer e o que fazem não é da nossa conta. Gostei bastante da sua postagem.

    Beijos,
    http://marcasliterarias.blogspot.com.br/

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  24. Adorei seu post, é um tema que devemos discutir pra evoluir a mente das pessoas. Não consigo compreender o ódio, eu posso não concordar com as pessoas que acham motivo para atrapalhar a felicidade do outro. Se o que ele faz não influencia outras pessoas que não ele pq ele não poderia fazer? Respeito é mais que uma palavra, deveria ser um guia pra vida.

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  25. Oi, tudo bem?!
    Depois do que tenho visto desde ontem no facebook sobre relacionamentos gays vejo um texto como esse tão esclarecido.
    Adorei o tema que você abordou e como abordou. Acho que a sociedade está invectada por preconceitos e tabus desnecessários.

    Parabéns!
    Beijocas da Deebs!

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  26. Bom!
    Esse é um assunto muito polemico e complicado de discutir.
    Eu sou cristã e tenho meu ponto de vista.
    Concordo que toda e qualquer pessoa independente de qualquer coisa, deve ser respeitada, independente da opnião de um ou outro.
    Mas respeitar é diferente de aceitar né?
    Complicado.
    Bjs

    http://colecoes-literarias.blogspot.com/2015/06/parceria-loja-mimos-da-re.html
    http://colecoes-literarias.blogspot.com/2015/06/divulgacao-lancamento-e-promocao.html
    http://colecoes-literarias.blogspot.com/2015/06/sorteio-herdeira.html

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  27. Pra começo de conversa não existe casal gay, e sim dupla de gays. Casal é um termo absolutamente hétero, pois para casar, precisa-se de opostos que se encaixem perfeitamente, é uma coisa tão óbvia!

    Alexsander - o de nome Grande

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Mandy Francesa
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